Minha Amada Imortal (Beloved Immortal)

1994
Direção: Bernard Rose
118 minutos
Com Gary Oldman, Isabella Rossellini, Jeroen Krabbé, Johanna ter Steege
Minha Amada Imortal é tão intenso como a música clássica do seu personagem principal, Ludwig Von Beethoven (Gary Oldman). Após a sua morte em 1827 em Viena, o seu último desejo é que todos os seus bens, incluse sua música, seja herdada por uma misteriosa mulher, o amor que teve em vida, denominada de ‘Minha Amada Imortal’. Anton Felix Schindler (Jeroen Krabbé), fica encarregado de atender o último desejo do amigo, e parte em uma jornada a um pedaço da história de Beethoven desconhecido por todos, que viam o músico como arrogante, lunático. Anton passa então por todas as mulheres que Beethoven teve em vida, resgatando sempre uma memória perdida, um lado oculto que ninguém imaginava, o que só torna sua existência cada vez mais extraordinária. Há cenas inesqueciveis no filme, como quando Gary Oldman, em uma das melhores atuações de sua carreira, toca a Sonata ao Luar no piano, e por não conseguir escutar por causa de sua deficiência auditiva, encosta seu ouvido no instrumento e tenta sentir a própria canção. É um filme maravilhoso e com uma fotografia única, um clássico erudito acompanhado de uma trilha sonora ainda mais incrível se não for somente escutada, e sim, assistida.
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